Farmácia Indiana - Drogaria, Perfumaria e Manipulação

Buscar

Produtos encontrados: 22 Resultado da Pesquisa por: em 6 ms

Itens por página:

Produtos selecionados para comparar: 0Comparar

Produtos encontrados: 22 Resultado da Pesquisa por: em 6 ms

Itens por página:

Produtos selecionados para comparar: 0Comparar

ANESTÉSICOS: SAIBA MAIS SOBRE COMO FUNCIONAM E SUAS APLICAÇÕES

 

Imagine você viver em um mundo sem anestesia. Bom, isso não afetaria exatamente a sua vida cotidiana, mas, assim como todo mundo, você também pode passar por algum procedimento cirúrgico ou então lidar com algum tipo de dor. Caso você vivesse há algum tempo e vivenciasse essa experiência, aí então a ausência de anestesia faria toda a diferença, não é mesmo? Pois é, houve um tempo em que as experiências médicas vividas por todas as pessoas eram muito mais dolorosas do que hoje em dia devido à ausência de medicamentos anestésicos.

 

No mundo Antigo, os curandeiros e sacerdotes utilizavam algumas plantas para proporcionar a redução da sensibilidade em seus pacientes e assim amenizar a dor, tais como mandrágora, meimendro, e Datura inoxia. Em algumas sociedades, como a Grega e a Egípcia - e posteriormente asiáticas e européias do período medieval -, exploraram o uso do ópio como anestésicos. Acontece que estes procedimentos não contavam com garantias de que realmente iriam funcionar e muitas vezes causavam efeitos colaterais como, no caso dos opiáceos, a dependência.

 

Foi a partir do século XIX que tudo começou a mudar. Com a consolidação da Revolução Industrial, a indústria farmacêutica tomou forma, e figuras como cientistas, médicos e odontologistas assumiram a dianteira da busca por formas mais seguras e eficientes de anestesiar as pessoas. Foi assim que surgiram os anestésicos inaláveis, como o éter e o clorofórmio. Nas décadas seguintes, passando pelo século XX e entrando no século XXI, os estudos sobre esses medicamentos se aperfeiçoaram ainda mais, dando origem aos atuais medicamentos anestésicos. 

 

Tipos de anestesias

Atualmente, podemos dividir as anestesias em três grupos:

 

Anestesia local: no caso de ferimentos menores ou mais simples, o anestésico pode cessar a dor interrompendo o seu mecanismo de transmissão. Assim, se você cortar o braço, por exemplo, recebe uma injeção anestésica na área do corte. Os anestésicos locais possuem substâncias como a lidocaína e a bupivacaína, que reagem quimicamente com os neurônios da região afetada.

 

Anestesia geral: quando o paciente precisa estar imóvel para procedimentos cirúrgicos e intervenções médicas, essa é a modalidade utilizada. A anestesia geral é uma mistura de substâncias com várias funções. Uma possui a função de impedir que o sinal da dor seja interpretado pelo cérebro. O coquetel também possui substâncias que levam à inconsciência e relaxantes musculares que impedem a movimentação do corpo. Ela é aplicada diretamente na veia, para chegar ao cérebro mais rápido.

 

Anestesia regional: podemos estabelecê-la como um meio termo entre as outras duas cirurgias. Esse procedimento pode ser realizado através da anestesia peridural e da anestesia raquidiana. Essas anestesias interrompem a transmissão do impulso da dor na medula. Assim, o paciente fica imune à dor do umbigo para baixo.

 

Outras aplicações

Muito além de intervenções cirúrgicas, os anestésicos também podem ser encontrados em outras composições e formas, para atender a outras necessidades. Por exemplo, pomadas como a Hemofiss, Procto Glyvenol, Proctyl e Proctosan são indicadas para o alívio sintomático da dor e irritação associada à hemorróidas, pruridos anais, proctite, formas leves de fissuras anais. A pomada de xilocaína, por sua vez, é muito utilizada para o alívio de dores na pele e áreas mucosas, bem como pomada anestésica para dor de dente e como analgésico pós operatório.